Wally West Os anos 80 viram surgir uma nova era nos Comics. Os personagens estavam mudando, as O Multiverso DC (Iniciado originalmente nas histórias do Flash) estavam causando uma tremenda bagunça editorial, assim como nas histórias. Ninguém mais sabia o que estava valendo, o que tinha acontecido de verdade, se tinha acontecido no presente, no futuro, ou em outra realidade, nem os roteiristas, nem os editores e muito menos os leitores. Por esse motivo, a DC resolveu colocar ordem na casa com Crise nas Infinitas Terras, uma maxi-série em 12 edições que prometia não só redefinir todo o universo, mas mudar origens, matar heróis e destruir mundos inteiros. E realmente foi o que aconteceu. Apenas um universo sobreviveu, e muitos heróis (e vilões) perderam suas vidas na maior de todas as sagas... Dos personagens clássicos, as baixas foram a Supermoça e Barry Allen, o Flash. Após a saga, Wally West fica no lugar de Barry como o novo Flash. Wally West é o sobrinho de Barry, que era apenas um garoto comum que adorava o Flash até que, numa visita ao seu tio, é atingido por um raio e banhado por produtos químicos exatamente como seu tio (coincidência pouca é bobagem...), e adquire supervelocidade. Após algum tempo, passa a atuar junto com seu tio sob o codinome de Kid Flash. Primeiramente, Wally usava um uniforme exatamente como o de Barry, posteriormente transformado em uma versão amarela e vermelha para diferenciar os personagens (pois Wally parecia um flash em miniatura, e não um sidekick). Kid Flash, junto com Robin (sidekick do Batman), Aqualad (sidekick do Aquaman), Moça-Maravilha (sidekick da Mulher-Maravilha) e Ricardito (sidekick do Arqueiro Verde) formaram a Turma Titã, após salvarem seus mentores da possessão de uma criatura extradimensional. Após Crise nas Infinitas Terras, Wally se tornou oficialmente o novo Flash. Diferente dos Flashes anteriores, Wally tinha identidade conhecida pelo público, usando a máscara e o uniforme apenas para honrar o nome de Barry. E essa veneração pelo seu tio e mentor foi tema da maioria das histórias relacionadas ao personagem. Apesar da mudança radical, tanto no ritmo e estilo das histórias quanto no status quo do Além disso, Wally foi um dos personagens que evoluiu de forma mais verossímil em toda a história dos Comics; de um garoto que adorava um super-herói, tornou-se um parceiro do herói que venerava, assumiu seu legado com louvor e hoje é um dos personagens mais importantes do Universo DC, sendo a versão mais facilmente encontrada em adaptações do personagem para outras mídias. Foi nas histórias de Wally que surgiu uma das maiores contribuições contemporâneas para a mitologia dos Flashes: A Força da Aceleração (“dimensão” que equivale ao “paraíso” dos velocistas, de onde os flashes retiram sua velocidade; isso “explica” porque eles podem chegar a velocidades consideradas impossíveis), que passou a ser parte constante das histórias do personagem. Na mitologia dos Flashes, os Flashes que morrem passam a fazer parte da força da aceleração. Epílogo – Curiosidades: A seguir: Bart Allen
“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traçar um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.
histórias se tornando mais maduras e lidando com temas mais próximos à realidade. Personagens como Homem-Aranha e equipes como os Novos Titãs refletiam uma nova geração de adolescentes que, após a Guerra do Vietnã, queriam mais do que apenas as histórias de sempre em que o bem vencia o mal, uma vez que o mundo que eles conheciam não era tão simples. Essa mudança no status quo dos quadrinhos e dos adolescentes americanos veio bem a calhar para que a DC pudesse tomar um passo audacioso para redefinir seu universo de personagem.
Apesar da popularidade do Flash e da Turma Titã, Kid Flash nunca pode ser considerado um personagem extremamente popular em seu início de carreira. Isso só mudou quando Marv Wolfman reformulou a jovem equipe, que passou a se chamar Novos Titãs e contou com novos membros, como Estelar, Ravena, Ciborg e Mutano. Essa formação é considerada até a melhor pela maioria dos leitores.
personagem como um todo, o personagem fez sucesso. Wally foi um dos únicos personagens que conseguiu substituir um personagem clássico com êxito, criando uma nova geração de fãs, e permitindo que o legado dos Flash seguisse adiante e mantivesse Barry morto (pelo menos até recentemente).
- O nome correto de Wally é Wallace;
- Em O Reino do Amanhã, a maioria dos personagens é representada por suas versões da era de Prata; o Flash da mini-série, no entanto, é Wally;
- Ainda sobre o Reino do Amanhã, no futuro visto na série, Wally tem dois filho gêmeos, Barry e Íris (em homenagem aos seus tios); enquanto Barry não quer saber de supervelocidade, Íris assume o legado da família como a Kid Flash;
- Recentemente Linda, a esposa de Wally teve gêmeos, mostrando o que fora profetizado na mini-série;
- Na primeira fase dos Novos Titãs, Wally descobriu que seus poderes poderiam matá-lo, uma vez que ele os recebeu quando estava passando por mudanças hormonais e fisiológicas, diferente de Barry que já era adulto. Por essa razão ele deixou a vida de herói, pois quanto mais usasse seus poderes, mais perto da morte ficava. Apenas na Crise é que essa situação se reverteu;
- Originalmente, Wally não possuía a mesma velocidade que seu mentor, Barry. Enquanto Barry podia vibrar tão rápido que atravessava paredes e viajar mais rápido que a luz e viajar no tempo, Wally podia “apenas” quebrar a barreira do som. Até que Wally quase morreu e descobriu a força da aceleração, percebendo que suas limitações eram mais psicológicas que físicas.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Os Homens mais rápidos do mundo parte 3 de 5
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Aviso aos navegantes
A todos um abraço e isso é um mero até logo!
Ricardo Matos
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Os Homens mais rápidos do mundo parte 2 de 5
“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traçar um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.
Barry Allen
Após a Segunda Guerra, os heróis perderam a popularidade conquistada, uma vez que seu sucesso foi devido basicamente ao sentimento que a população tinha à Guerra, o que fazia com que as pessoas buscassem leituras fáceis em histórias onde o mundo era preto e branco e o bem sempre vencia o mal. Quando a guerra acabou, tudo parecia estar resolvido, e não era mais necessário se fugir da realidade através dos quadrinhos, e estes perderam o valor adquirido no conflito. Com exceção de poucos personagens, como Superman, Batman e Mulher-Maravilha, os super-heróis acabaram tendo, em sua maioria, suas revistas canceladas e suas aventuras deixadas no limbo. Até o Capitão América, que era a principal propaganda americana na Guerra deixou de ter importância quando esta acabou. Apenas nos anos 50 é que a DC Comics decidiu reagir, trazendo sues heróis esquecidos de volta, reformulados, e com origens mais ligadas à ficção científica (em voga na época). Foi nesse cenário que, em outubro de 1956, surgiu, no número 4 da revista Showcase, estreava uma nova versão do Flash.
Este Flash era Barry Allen, cientista da polícia que, após ser atingido por um raio e banhado por produtos químicos, descobre poder mover-se a velocidades inacreditáveis. Inspirado pelo seu herói de quadrinhos favorito, Jay Garrick, Barry assumiu a identidade secreta de Flash. Apesar do nome e das referências, Barry tinha muito pouco a ver com seu predecessor. Começou a carreira já adulto, o uniforme era completamente diferente, além de ser muito, mas muito mais rápido que Jay. Logo em suas primeiras histórias, Barry já descobre poder ultrapassar a velocidade da luz e usar sua velocidade para viajar no tempo. Além disso, possuía truques que seu predecessor não tinha, como poder atravessar paredes vibrando em supervelocidade.
Showcase marcou o início de uma nova era nas histórias em quadrinhos e foi o pontapé inicial para uma nova fase nos comics americanos. Devido ao sucesso comercial da revista, outros heróis foram relançados em novas versões (Como Lanterna Verde, e até Superman e Batman, que não tinham sido cancelados, passaram pela “reformulação”), novamente colocando os comics no interesse dos americanos.
Barry ficou famoso o suficiente para ter seu próprio sidekick (parceiro mirim), Kid Flash, que junto com Robin e outros parceiros de heróis fundaram a Turma Titã (precursora dos Novos Titãs), foi o Flash por mais tempo que todas as suas encarnações, passadas e futuras, e indiretamente acabou se tornando o responsável pela saga que culminou em sua morte.
Nos anos 60, os editores e escritores do Flash queriam escrever uma história homenageando os dois Flash (Jay e Barry), promovendo um encontro entre os dois. O problema é que, para o Flash Barry Allen, Jay era apenas um personagem de histórias em quadrinhos. A solução encontrada foi a seguinte: Barry fazia parte de um universo, e Jay de outro. No universo de Jay, os heróis iniciaram suas carreiras na época da segunda guerra, enquanto que no universo de Barry, eles estavam em início de carreira. Os heróis deduziram então que o autor da revista, no universo de Barry, tenha de alguma forma “captado” o universo de Jay e passado para as páginas pensando se tratar de sua própria criatividade. Após essa história, passou a ser comuns aventuras em conjunto, não só dos dois heróis, mas das principais equipes das duas terras: A Sociedade da Justiça e a Liga da Justiça.
A carreira de Barry Allen durou até 1986, quando ocorreu o crossover Crise nas Infinitas Terras. Nele, para destruir uma máquina do Antimonitor e salvar o planeta, Barry sacrifica sua própria vida. Barry seria um dos raros personagens de quadrinhos que morreu e não havia ressuscitado. Até poucos meses atrás.
Epílogo – Curiosidades:
- Apesar de Barry ter ressuscitado apenas há alguns meses atrás, mesmo morto ele apareceu em diversas ocasiões. A explicação para isso (além das “fraudes”) é o fato de Barry ter passado os últimos meses da sua vida no futuro, o que permitiu que, em certas ocasiões, histórias que envolviam viagem no tempo pudessem contar com a presença de um Barry que ainda não havia morrido;
- Barry não é seu nome “verdadeiro”: Na verdade, é um diminutivo do seu verdadeiro nome, Bartholomew;
- No início dos anos 90, a rede de TV CBS transmitiu uma série live action (com atores reais) do peronagem. O Flash retratado era Barry Allen, mas possuía elementos das histórias de seu sucessor, Wally West;
- Ainda sobre a série, muitos dos vilões apareceram na série, embora só um (o Trapaceiro) caracterizado como nos quadrinhos. Outros tiveram alterações para deixá-los mais “realistas” (uniformes eram coisas que não sei viam nos vilões da série, que tinha um tom mais policial do que de super-herói);
- Alguns vilões que apareceram na série foram Capitão Frio, Onda térmica e o Mestre dos Espelhos;
- O vilão Trapaceiro foi interpretado na série por Mark Hamill (o Luke Skywalker de Star Wars);
- Flash também teve uma série de desenhos que aqui no Brasil teve uma rápida passagem (não sei dizer em qual emissora) e era chamada de O Relâmpago. Além disso, participou de (poucos) episódios do desenho Superamigos;
- O Flash que aparece no longa animado Liga da Justiça: A nova Fronteira é Barry Allen.
A seguir: Wally West
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Prova que Quesada é safado!

Se vocês estão curiosos e ainda não repararam direito, cliquem na imagem para aumentar e perceber que é uma print screen do site da Marvel, com, não uma, mas duas propagandas da DC! portanto, não importa a 'Distinta Concorrência' aparecer no site da Marvel, mas sim faturar com propagandas, nem que sejam do "inimigo". E que ninguém me venha dizer que isso é normal, é uma competição saudável e coisa e tal que não me convence! pra mim Quesada é um safado, se isso foi esperto, aí já é outra estória...
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Tex comemora 60 anos
A verdade é que TEX, criado por Luigi Bonelli e Aurelio Gallepini, é um personagem popular pra caramba; quando eu era um nerd-guri era muito fácil encontrar qualquer cara com um gibi do TEX enrolado no bolso da calça ou da jaqueta. Meu avô gostava de ler (TEX e Fantasma) e chegou a me dar uma edição especial do personagem. Ultimamente aqui no Brasil, o personagem sofreu uma crise de popularidade, muito devido a massificação dos personagens de Marvel/DC, principalmente com a influência de outras mídias. Confesso que apesar de gostar das estórias, eu nunca fui de colecionar suas revistas, mas lá na Itália o personagem é um ícone que se mantém firme durante todos esses anos.
A aventura dessa edição comemorativa traz uma estória, intitulada Sul sentieri dei ricordi (Na trilha das recordações, título provisório em português), que é uma narrativa feita pelo próprio ranger em flashback e revive a juventude do personagem, trazendo de volta à memória sua falecida esposa, a índia Lilyth.
No Blog do Tex ainda podemos encontrar comentários de Júlio Scnheider, traditor de Tex para o Brasil, que analisou a edição comemorativa, mas como eu sou bonzinho, vou postar aqui pros nerds amigos e também para os inimigos (meus arqui-inimigos não lêem esse blog, preferem maquinar planos diabólicos e ficarem dizendo que sou preguiçoso) o que o cara achou da revista:
"A aventura especial comemorativa dos 60 anos de publicação de Tex é uma agradável união de história sentimental com faroeste puro, como a dupla Nizzi/Civitelli já havia feito com "Retorno a Culver City". Mas agora o desenhista Fabio Civitelli superou-se: mais que desenhos, cada um dos seus quadros é uma verdadeira fotografia, cuja qualidade estende-se por todas as 110 páginas.
Na fase de elaboração, a história tinha o título "A Missão Assediada" que, previamente ao envio do material à gráfica, foi alterado para "Na Trilha das Recordações". Ambos os títulos encaixam-se bem com a trama. A diferença é que o primeiro refere-se ao facto central da história, ao faroeste puro da trama, enquanto que o segundo refere-se aos factos sentimentais, às recordações que Tex tem dos momentos vividos com Lilyth (e esse último título não "conta" o que vai acontecer na história, ou seja, não diz que vai haver um assédio numa missão).
Como títulos (de filmes, de histórias em quadrinhos e de livros) dependem muito da visão dos produtores e editores do país onde tais obras serão publicadas, "Na Trilha das Recordações" é tradução literal do italiano mas é um título ainda provisório para a edição a ser publicada pela Mythos.
Ler esta aventura foi um deslumbre visual e agora, concluída a tradução, posso afirmar com convicção: se G. L. Bonelli tivesse visto a Lilyth desta história, por certo não a teria deixado morrer e hoje os pards possivelmente seriam cinco. Eu apaixonei-me por esta Lilyth, mas como ela é esposa de um amigo, eu a olharei de forma respeitosa. Mas desejo ardentemente que ela volte logo em outra aventura "em flashback"."


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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Os Homens mais rápidos do mundo parte 1 de 5
Jay Garrick A publicação era uma compilação de várias histórias, mas o carro-chefe era mesmo a história do estudante Jay Garrick, que ao derrubar sem querer estranhas substâncias químicas, acabou inalando seus vapores e descobriu, posteriormente, que havia adquirido a habilidade de correr em velocidades muito acima do normal (mais tarde apelidada de “supervelocidade”, por motivos óbvios). Não demorou muito para Garrick decidir usar seus poderes para combater o crime como Flash. Sua marca mais importante, além do raio amarelo em sua camisa, era seu capacete de metal com asas nas laterais, em alusão à Hermes, Deus Grego da velocidade (ok, na verdade ele era o deus dos viajantes, mas isso não é uma aula de história grega). Com o fim da Segunda Guerra, no entanto, os heróis deixaram de ser tão populares. Uma sombra de dúvidas acerca do que o futuro lhes reservava pairou sobre os americanos, que estavam preocupados demais com o que aconteceria agora que as regras do mundo haviam mudado (vale lembrar que esta era a geração que “presenciou” a destruição de duas cidades japonesas pelo tão temido poder atômico) que histórias de serem superpoderosos pareciam agora, ingênuos, bobos, para não dizer desnecessários (afinal, quem poderia dizer o que viria a seguir? Talvez estivessem surgindo heróis de verdade! Quem iria querer perder essas grandes descobertas da humanidade lendo gibis? – muitas coisas estavam acontecendo naquela época e muito se falava sobre muita coisa, a maioria apenas especulação). E, com a perda de popularidade e de seu nicho de mercado, Flash comics chegou ao fim em 49. Jay ainda seria visto por mais 2 anos na revista All-Star Comics, que encerraria suas atividades em 51. Apesar da aposentadoria, Jay viria a reaparecer anos mais tarde, e apesar de não ter mais uma revista mensal, é presença constante nas histórias da DC Comics atualmente e tem importante participação em Final Crisis. - No Brasil, este Flash foi traduzido como Joel Ciclone, e o nome nunca foi
“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traçar um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.
por Rafael Rodrigues
Em 1940, os EUA estavam vivendo uma verdadeira revolução cultural. A Segunda Guerra
havia começado, mas o país ainda estava em cima do muro e, enquanto o resto do mundo lutava pelos seus próprios interesses, os EUA tinham quem lutava pela verdade, justiça e o modo de vida americano. Superman era um sucesso absoluto nos comics, e agora em forma de uma radionovela de grande sucesso. E foi embarcando nesse sucesso que a All-American publications (empresa que logo seria fundida com a DC Comics) lançou, em Janeiro de 1940 a revista Flash Comics, que traria um novo Super-Herói.
O Flash foi um personagem extremamente popular em seu tempo, sendo presença constante em diversas revistas: além da sua “oficial”, ainda participava de All-Flash Quaterly, Comics Cavalcade e da revista All-Star Comics, que publicava as aventuras da Sociedade da Justiça, a primeira equipe de super-heróis do mundo, da qual era um dos membros fundadores, e tendo se encontrado algumas vezes com outros personagens da DC.
corrigido. A outras gerações de flash permaneceram com seu nome original, mas Jay Garrick continua até hoje sendo chamado de Joel Ciclone;
- O capacete de Jay era um típico capacete usado por soldados da I Guerra Mundial. Na história, o capacete pertencia ao seu pai;
- Flash Comics nº 1 também marcou a estréia de outro super-herói da DC Comics: O Gavião Negro (Hawkman, no original)
- Mais tarde, num retcon, foi dito que os gases que Jay inalou apenas ativaram um “metagene” (predisposição genética para adquirir superpoderes) que ele já possuía. Outro conceito incluído posteriormente foi o da força da velocidade;
- A revista All-Star Comics contou a última história da Sociedade da Justiça em 51, mas continuou sendo publicada com o nome de All-Star Western (onde passou a contar apenas com histórias de Faroeste). Foi nessa revista que surgiu o personagem Jonah Hex.
- Jay foi o primeiro líder da Sociedade da Justiça;
- Ao contrário do que muita gente pensa, os poderes de Jay Garrick não se resumem apenas a correr em alta velocidade, mas também reagir e pensar em alta velocidade também.
A Seguir: Barry Allen
domingo, 3 de agosto de 2008

A identidade da personagem é Felina, que depois mudou de nome para Gata do Inferno (será que é a namorada do Inferno, o Infame?), mas nessa série ela ainda era reconhecida como felina e quem acertou de primeira foi o Nerd Júnior! ele ganha o troféu desocupado-mor dessa semana (como se isso fosse surpresa pra esse gordo deitão).
Tá, mas esse foi só um aquecimento...vocês se vangloriaram, se refestelaram com os acertos anteriores, mas essa semana tem um pouco mais de dificuldade, e quero ver os "experts" tirarem o pó das revistas pra poder acertar o 'Descubra o personagem' dessa semana. quem souber então, grite em primeiro:

Vamos lá, palpita aê nesse comentário...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Comic-Con recebe público recorde
(fonte: G-1/Quadrinhos) Nos últimos cinco dias, San Diego, na Califórnia, viu milhares de fãs de gibis de super-heróis, videogames e seriados desfilando pelos corredores do centro de convenções que todo ano, desde 1991, sedia a tradicional San Diego Comic-Con. Com recorde de cerca de 130 mil pessoas nesta edição, o evento é o maior do gênero no mundo e vem atraindo cada vez mais a atenção das grandes corporações do mundo do entrenimento. De Hollywood aos fabricantes de brinquedos e games japoneses, todos querem uma fatia do bolso do público nerd (não mais necessariamente o arquetípico jovem devorador de livros de ficção-científica, fora de forma e sem vida social que a mesma Hollywood acabou por cristalizar).

"A razão de estarmos aqui é uma só: ouvir vocês. Queremos saber o que está funcionando, do que estão gostando ou odiando", dizia o editor de quadrinhos da DC Comics, Dan DiDio, em um painel montando essencialmente para os fãs e autores da editora de Batman, Super-Homem e companhia lavarem a roupa suja (esse painel por sinal foi o maior bafafá, pois houve uma lavação de roupa suja pior que briga de 'mulé-dama' em cabaré). Sem grandes privilégios a profissionais, VIPs ou à imprensa, os painéis chegavam a receber até 6.500 pessoas e, na maioria das vezes, reservavam ao menos um terço de seu tempo para sessões de pergunta e resposta com os fãs. Depois de arrancar urros da platéia com um trailer inédito de "Terminator: Salvation", quarto filme da série "O exterminador do futuro", o diretor McG ainda convocou fãs vestidos de Sarah Connor, T-1000 e até um "Arnold Schwarzenegger asiático" para dividirem o palco com ele e o elenco de atores. "O filme é fantááázzztico", repetia o sósia do "governator" no parlatório imitando o sotaque austríaco do ator e fazendo todos caírem na gargalhada.

Apesar do estreitamento de relações com o cinema, os games e a cultura pop em geral que, de certa forma vêm revitalizando personagens e franquias de HQs que andavam esquecidas, toda a badalação da Comic-Con acaba inegavelmente tirando a atenção do que deveria ser o foco principal do evento, os quadrinhos (ou "comics"), que estão não só na origem mas no próprio nome da convenção. Ofuscadas pela pirotecnia dos estandes de estúdios e produtoras de cinema e games, as editoras nem sempre conseguem chamar a atenção devida a seus autores e lançamentos.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
O Último Rapaz da Terra
“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traçar um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.
O Último Rapaz da Terra
por Rafael Rodrigues
tanto por causa do Comics Code Authority (que impunha um regime ditatorial sobre as revistas em quadrinhos) quanto por causa de uma editora inicialmente chamada Atlas, mas que ficaria famosa com o nome de Marvel Comics. Criando personagens e equipes como o Quarteto Fantástico, Hulk e Homem-Aranha, a editora encontrou seu lugar no mercado, com histórias empolgantes, interessantes e de pessoas com os mesmos problemas que seus leitores, mesmo sendo seres superpoderosos. Um dos principais responsáveis (se não O principal responsável) pelo sucesso da Marvel era o artista Jack Kirby. Desenhista e também criador de diversos conceitos conhecidos até hoje no Universo Marvel, Kirby se tornou uma lenda nos quadrinhos, ainda naquela época. Era um ótimo momento para a Marvel, mas não tanto para a DC, que possuía personagens clássicos e já estabelecidos no mercado, mas que estavam enfraquecidos frente aos novos tempos e suas raízes mais “tradicionais” e “cafonas”.
Para corrigir esse problema, a DC fez o que toda grande companhia que se vê ameaçada por um “peixe pequeno” faz: contratou o ás na manga do rival. Kirby foi para a DC com liberdade total para fazer o que quisesse (sim, é sério), e dessa liberdade surgiu o universo que ficou conhecido por “O Quarto Mundo de Jack Kirby”, um ambicioso projeto que introduziu personagens como Os Novos Deuses, O Povo da Eternidade, Senhor Milagre e os conceitos de Apokolyps e Darkseid. Curiosamente, no entanto, esta que talvez seja a maior contribuição de Kirby para a DC não teve o sucesso esperado e não durou mais que dois anos. Os elementos do Quarto Mundo foram então integrados ao Universo DC padrão e passaram a aparecer apenas em outras revistas (principalmente às relacionadas ao Superman).
Um outro título, tímido e que se passava num mundo completamente diferente do mundo alienígena tecnológico que Kirby construíra para o Quarto Mundo chamou a atenção dos leitores e fez um estrondoso sucesso. Esse título era “Kamandi – The Last Boy on Earth” (Kamandi – O ultimo Rapaz da Terra, como ficou conhecido no Brasil).
A história se passava em um possível futuro, onde a Terra é conhecida como Terra-AD (After Disaster – “Pós-Desastre”). Neste futuro, uma calamidade chamada “O Grande Desastre” alterou os rumos da história humana e da evolução, fazendo com que os animais se tornassem inteligentes e governassem o planeta, escravizando os seres humanos, que agora eram meros animais irracionais (qualquer semelhança com Planeta dos Macacos não é mera coincidência).
É este mundo que Kamandi, um garoto que sobreviveu junto à outros humanos ao Grande Desastre enclausurado em um abrigo anti-aéreo de nome Comando D (e portanto não foram afetados pelo que quer que tenha causado as mudanças), encontra. Um mundo muito d
iferente do que seu avô contava. Muito diferente MESMO.
A maioria dos mamíferos (Cães, Tigres, etc) tornou-se bípede com mão humanóides e criaram “gangues” ou “panelinhas” entre cada espécie, onde dominavam territórios específicos. Outros animais não mudaram fisicamente, mas falavam e possuíam inteligência, como cobras, golfinhos e baleias, por exemplo.
Em sua primeira aventura, Kamandi desbrava esse novo mundo, apenas para retornar e descobrir que todos no Comando D (incluindo seu avó) foram mortos por um grupo de Lobos inteligentes. Ao tentar escapar, é capturado, mas encontra um simpatizante animal, que o leva até Ben Boxer, um humano como Kamandi, que inteligente e pode fal
ar, mas que possui outras estranhas habilidades. Ben e Kamandi se tornam grandes amigos e passam a compartilhar aventuras.
Apesar da história não ser exatamente original (nem na época), a revista ganhou público por suas histórias empolgantes e por seus mistérios. Como será que está o resto do mundo que ainda não apareceu? Existem outros que não foram atingidos pelo grande Desastre? Onde ele começou? Quem começou? E, afinal de contas, o que foi o grande Desastre?
Bom, originalmente, nunca foi completamente explicado o que foi o Grande Desastre. Soubemos apenas, logo na primeira história, que a radiação teve uma grande importância. Uma terceira Guerra mundial, talvez? Ou um desastre natural?
Especulações à parte, algumas pistas sobre o Grande Desastre surgiram ao longo das histórias: em Kamandi # 16, por exemplo, o garoto é capturado por macacos que estão realizando humanos em suas experiências. Um macaco cientista encontrou o diário de um Dr. Michael Grant, escrito na época que o Grande Desastre ocorreu. Ele descreve sobre a criação de uma substância química que foi derramada no suprimento de água de Washington, e os animais que o ingeriram começaram a adquirir inteligência, sendo que seus descendentes já nasciam inteligentes. Muitos dos animais inteligentes originais vieram do Zoológico de Washington. Kirby escreveu as histórias de Kamandi até a edição # 40, mas a revista continuou até o número 59.
Uma das edições mais clássicas de Kamandi foi a de número 29, em que Kamandi descobre
casualmente o uniforme do Superman, mostrando que aquele era um dos possíveis futuros do Universo DC.
Kamandi chegou a se encontrar com personagens da DC, tais como Superman, Batman e até a Legião dos Super-heróis, mas apenas em histórias isoladas que pouco ou nada tinham a ver com a cronologia de suas próprias histórias. Em 1975, foi lançada a revista Hercules Unbound, que se passava no futuro de Kamandi, e que tentou criar trazer à luz novas explicações sobre a natureza do Grande Desastre, mas muito dali foi ignorado. Quando a Crise nas Infinitas Terras chegou, a realidade de Kamandi deixou de existir e sua história foi ligada à do personagem OMAC (One Man Army Corps); agora, Kamandi era neto de Buddy Blank, o OMAC, e tornar-se-ia Tommy Tomorrow (Aqui no Brasil chamado de Léo Futuro).
Apesar de ser um personagem desconhecido para a geração pós-crise, Kamandi atualmente ocupa um espaço importante no universo DC: Seu ressurgimento é o indício de que algo muito errado está acontecendo, pois ele não deveria existir. Aparentemente, ele e outro personagem, Anthro (o primeiro Rapaz da Terra), serão figuras-chave para a trama de Final Crisis (Crise Final), a “derradeira” mega-saga da DC Comics.
Epílogo: Curiosidades
- O nome Kamandi foi reciclado de uma idéia de Kirby para uma tira de jornal chamada “Kamandi in the Caves”;
- A história de Kamandi era referência à outra história que Kirby desenhou em 57, “The Last Enemy”, onde um homem viaja para o futuro e encontra a Terra dominada por mamíferos inteligentes.
- A capa do primeiro número de Kamandi faz referência ao primeiro filme da série “Planeta dos Macacos”
- Carmine Infantino, Editor da DC na época, alega que criou a premissa da série, após ter falhado em conseguir os direitos para uma série em quadrinhos baseada no filme “Planeta dos Macacos”
- O Grande Desastre ocorreu recentemente no Universo DC na série semanal Countdown; porém isso se sucedeu na Terra-51. Na seqüência de histórias, o Grande Desastre ocorre após Ray Palmer e seus amigos não conseguirem impedir Karate Kid (não o do filme, o da Legião dos Super-heróis) de liberar um vírus que tornou os animais inteligentes e os homens em animais irracionais.
- Apesar da Terra-51 ser aparentemente a Terra de Kamandi, há indícios na mini-série Countdown: Arena de que há outra variante do Grande Desastre.
- Em Final Crisis # 2, Kamandi aparece como uma das crianças capturadas pelos servos de Darkseid.
A seguir: Os homens (e mulheres) mais rápidos do mundo!
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terça-feira, 29 de julho de 2008
Coisa com Coisa - As 10 PEORES adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos
(este post é originalmente produzido pelo Nerd Júnior, qualquer absurdo ou porcaria aqui escrita vai reclamar com o Papa, pois com ele não adianta mesmo...)Salve marrentos! Coluna com nome novo, mas o mesmo charme e gabarito de sempre! O Mundo tosco agora é o ‘Coisa com Coisa’ e já vou começar nadando contra a maré de bons lançamentos de adaptações de quadrinhos para o cinema atualmente. Com esse lance do filme da morcega pra cá, e da morcega pra lá, (que por sinal é um puta filme) e também do latinha de cana e do abacate, entre outros, resolvi dar um boi pra vocês e fazer uma listinha com os crimes mais terríveis que já foram cometidos contra personagens de quadrinhos. É gente, o pessoal precisou pisar muito no tomate pra poder acertar a mão nesse ano.
E abro minha listinha negra com Elektra! Sim, ela, a mercenária que se transformou num dos maiores erros do cinema de todos os tempos! Como é que pode, eu que gosto tanto de Elektra ver a coitada sofrendo na mão da gostosa, mas cara de bunda, da Jennifer Gardner e com uma história tão ruim, mas tão ruim que eu fiquei com vergonha de ver o filme todo, que triste fim! Tava melhor com ela morta. Menção honrosa a Bob Sapp, que depois de apanhar do Minotauro do Pride, foi fazer filme que era melhor pra ele.
O nono lugar fica pra Steel (Aço) com o talentosíssimo Shaquille O’neal, que numa aula de como transformar um personagem bucha num primor de cagada cinematográfica levou essa lição às últimas conseqüências. Aço é um personagem coadjuvante do universo do super escoteiro e numa ‘jogada’ infeliz do próprio jogador da NBA (sacaram) e dublê de dublê de ator, que era fã do personagem, se tornou numa bomba de lixo.
O oitavo posto é de Barb Wire, nada mais justo, afinal fazer um filme ruim é com Pamela Anderson mesmo, o que a natureza foi generosa em dotá-la de atributos físicos foi bem muquirana para dar algum talento a moçoila. Egressa do seriado fenômeno Baywatch, onde ficava correndo na praia balançando as peitchola, sua única qualidade no filme foi justamente a de dar voluptuosidade a heroína, o curioso é que depois desse filme a personagem iniciou sua fase no ostracismo, que dura até hoje.
O sétimo lugar vai para o Monstro do Pântano de 1982. O que falar dessa pérola, que é tão ruim a ponto de ser um cráássico. Em nada lembra o maravilhoso personagem elevado à obra de arte pelas mãos de Alan Moore (depois do filme é claro). E olha que foi Wes Craven (Quadrilha de Sádicos e Hora do Pesadelo) que dirigiu a bagaça, mas nem isso adiantou com o orçamento podreira. Talvez a única coisa boa que saiu disso tudo foi o fato de terem relançado o personagem em uma nova revista (ele tinha sido encerrado anos antes).
O sexto lugar vem mais rápido que uma bala, pois Superman IV teve a audácia de ser ainda pior que o III (que não coloquei na lista pra não ser repetitivo) e constrager o próprio Reeve, que foi enganado para fazer o filme (disseram que iriam se redimir com o fracasso do terceiro filme com um bom enredo e uma produção caprichada, é ele ACREDITOU!). O que se vê no filme é um arremedo de aventura, com um Super sem carisma e um vilão pra lá xexelento. Dá raiva de assistir.
O quinto posto é de Howard, o Pato. Um dos personagens mais sem noção da Marvel, e que ficou abobalhado nas mãos de George Lucas (produtor). O filme tem cenas antológicas de tão bizarras, tais como a pata na banheira de topless, com detalhes de mamilos e tudo, as cenas de ação e romance do Pato e a cena final com direito a solo de guitarra. Tim Robbins paga um mico em início de carreira como o cientista que acompanha o pato. Uma curiosidade é que foram utilizados onze anões para vestir aquela roupa desgraçada (dez deles morreram de calor, inanição e infarto). Muita podreira! Mas a produção é caprichada para os padrões da época.
O quarto Lugar só podia ser deles: Justiceiros! Como assim adorável Nerd? Justiceiros? Sim! Eu respondo, pois os DOIS filmes dos Justiceiros podem ser embalados em papel jornal e botar na caixinha de areia do gato que não irão fazer falta. Como eu não sabia dizer qual o pior, resolvi deixar que vocês decidam mesmo. Dolph ‘Drago’ está mais uma vez um boneco de cera do mal, visto que sua expressão não muda jamais; se existisse botox naquela época ele deve ter sido a cobaia. A segunda tentativa é um fracasso de público e crítica justamente por que tentou dar um clima mais ameno com muitas tomadas diurnas, não deu certo, próximo! (opa, ta vindo um terceiro, vamos ver se entra ou não na lista).
A medalha de bronze vai para Juiz Dredd (ou o Juiz), pois o que Stallone fez com o coitado não tem perdão. O que é aquilo meu Deus? Um roteiro vagabundo, com atuações porcas (até mesmo de Max Von Sidow) e uma merecida indicação de Stallone para o Framboesa de Ouro do ano como pior ator (não sei como não ganhou). O filme foi totalmente descaracterizado devido as influências de Stallone no roteiro, que queria aparecer mais do que o próprio personagem (já que nas HQs, Juiz Dredd não tira o capacete).
O honroso segundo lugar e medalha de prata vai para Mulher Gato! É pra mim o pior filme (individualmente falando) baseado em quadrinhos da história do cinema. Uma atriz ruim, uma vilã ruim, umas interpretações horríveis, uma estória sem pé nem cabeça e um final pé no saco. Esqueça que isso existe, lembre só quando você fizer um lista dos filmes que nunca mais vai assistir.
O primeiríssimo lugar e muito dignamente merecido vai para o conjunto da obra de Joel Shumacher e seus dois Batmans (ou men, sei lá), pra mim só posso vê-los como filmes de comédia, pois não se deve levar a sério aqueles delírios homo-eróticos e pseudo-psicodélicos. Muita gente lembra dos mamilos nas armaduras (engraçado que a Batgirl não tinha mamilo), mas eu lembro ainda é do Bat-cartão de crédito e do carro que subia pelas paredes. Putaquepariunazona! Bat-cartão de crédito foi o fundo do poço! Que burro, dá zero pra ele!
Hors Concours: Superman, o Retorno. Não é preciso muito pra saber que esse filme é igual a Clóvis Bornay em pior adaptação e não deve nem concorrer, pois é uma lição de como um diretor com todos os recursos disponíveis nas mãos não pode adaptar um super-herói desse calibre. Uma mixórdia dessa não vale o preço do ingresso, pois o custo-benefício é indecente!
Menções honrosas: não posso também de mencionar outros filmecos que desonraram a Nona Arte, que só não entraram na lista por falta de espaço mesmo:
Supergirl
Demolidor
Sheena
Hulk de Ang Lee
Tank Girl (que vi dia desses, e mais parece uma experiência com alucinógenos)
Fantasma,
E por aí vai! até o próximo Coisa com Coisa!





















